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Autoconhecimento e alimentação especializada em idosos: entenda a relação

por Equipe Danone Nutricia 03 de dezembro de 2021 5 minutos

O autoconhecimento e empoderamento sobre a própria saúde ajuda idosos a fazer melhores escolhas nutricionais para viver com mais independência e bem-estar

Todos nós precisamos de cuidados médicos de vez em quando. Conforme envelhecemos, a tendência é que as visitas ao consultório se tornem mais frequentes. Nesse período, conhecer o próprio corpo é fundamental para fazer melhores escolhas em relação à saúde e estilo de vida, inclusive à alimentação.

 

Autoconhecimento no envelhecimento

A população idosa cresce a cada ano e, segundo dados do IBGE, a perspectiva é que chegue a mais de 41,5 milhões de pessoas em 2030.

Como se sabe, conforme envelhecemos, aumenta o risco de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, obesidade, câncer, desnutrição e sarcopenia, condição caracterizada pela perda de massa muscular que prejudica a mobilidade, força e disposição. Mas, por outro lado, o processo de envelhecer também traz sentimentos positivos, como sabedoria, experiência e autoconhecimento.

Que tal usar a parte do "copo meio cheio" e aplicar tudo isso na manutenção da saúde? Estamos acostumados a lembrar do bem-estar do corpo somente quando adoecemos. Mas quando isso acontece, a situação já pode ser grave.

Conhecer o próprio corpo, assim como nossas preferências, ajuda a fazer boas escolhas. Isso significa ficar atento aos sinais que o organismo dá, assim como tomar medidas ao longo de toda a vida para preservá-lo em sua melhor forma.

 

A nutrição especializada no envelhecimento

A alimentação adequada é um dos pilares mais importantes do envelhecimento saudável. Ficar mais velho requer mudanças no cardápio, especialmente para garantir o aporte de proteínas, fundamentais para a manutenção da massa muscular.

Uma dieta pobre e inadequada, associada a pouca ou nenhuma atividade física, pode provocar a perda de massa muscular e força. Por consequência, a pessoa fica mais dependente e frágil, perde sua autonomia e ainda corre o risco de ter dificuldades para se recuperar de problemas de saúde.

Dificuldades para comer, perda de peso, fragilidade física e perda de autonomia são alguns sinais de alerta para a necessidade de cuidados nutricionais, que muitas vezes envolve a nutrição especializada.

Mas é possível se adiantar para prevenir esses sintomas. Com a orientação de um nutricionista ou geriatra, a nutrição especializada ajuda o idoso a alcançar suas necessidades nutricionais e, por consequência, a viver melhor e de forma independente. Os profissionais de saúde também podem recomendar outros ajustes na dieta, assim como o tratamento das condições que prejudicam a longevidade, a autonomia e o bem-estar.

O autoconhecimento no envelhecimento é necessário para entender as transformações do corpo e da mente ao longo dos anos, buscando apoio de profissionais que podem recomendar as melhores práticas e atitudes em relação à alimentação. Quem se conhece bem, consegue se antecipar aos sintomas e fazer boas escolhas.

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