As práticas de medicina integrativa, como acupuntura e meditação, consideram o ser integral, composto por corpo, mente e espírito

por Equipe Danone Nutricia 19 de Novembro de 2021 5 minutos

A prática de exercícios físicos e a adoção de uma dieta balanceada devem ser adotadas para impedir que a pré-diabetes evolua para a diabetes tipo 2

Se você faz acupuntura, frequenta um quiroprata ou medita com regularidade, está em contato com a medicina integrativa. O conjunto de práticas tem como objetivo tratar o ser humano de forma integral, desde o corpo físico até seus aspectos emocionais e espirituais.

As práticas que compõem a medicina integrativa são muitas vezes baseadas em conhecimentos milenares, como é o caso da acupuntura, uma terapia de origem chinesa que consiste na aplicação de agulhas bem finas em pontos específicos do corpo para ajudar no tratamento de dores, questões emocionais e sintomas de doenças.

Saiba mais sobre medicina integrativa e veja como ela pode te ajudar a viver mais e melhor:

 

O que é medicina integrativa?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, as medicinas tradicionais, complementares e integrativas são um conjunto de práticas de atenção à saúde baseadas em teorias e experiências de diferentes culturas. No Brasil, estão inseridas no plano de saúde nacional do Ministério da Saúde.

Para promover a saúde, a medicina integrativa tem foco tanto na prevenção, quanto no tratamento e alívio de sintomas, complementando a medicina tradicional. Mas também vai além. Sua missão é encarar a pessoa como um ser integrado, que possui corpo, mente e espírito. Assim, pacientes têm papel ativo e trabalham com os médicos para viver mais e melhor, prestando atenção a fatores como dieta, exercício, qualidade do descanso e do sono, manutenção de boas relações com os demais e autoconhecimento.

Segundo a Associação de Medicina Integrativa do Brasil, a saúde é o curso natural de uma vida plena. Por isso, é responsabilidade tanto dos profissionais de saúde quanto de cada um de nós cuidar para que siga seu caminho da melhor forma possível.

 

Quais são as práticas da medicina integrativa?

Cada país possui uma variedade própria de práticas integrativas reconhecidas, levando em consideração as particularidades da sua cultura e sociedade. Veja algumas práticas integrativas adotadas no Brasil:

  • Homeopatia
  • Medicina fitoterápica
  • Meditação
  • Quiropraxia
  • Massagem
  • Acupuntura
  • Reiki
  • Shiatsu
  • Aromaterapia
  • Musicoterapia
  • Yoga

 

As práticas integrativas podem ajudar a viver melhor?

A medicina integrativa tem foco no bem-estar, vitalidade e cura. Não está focada apenas na doença, mas também na promoção de um equilíbrio fisiológico que promova melhor qualidade de vida. Restaurar esse equilíbrio, portanto, promove a saúde global e pode ajudar a viver mais.

A medicina integrativa investiga como vários sintomas e sensações podem estar interligados, procurando as raízes do problema e buscando soluções que estejam alinhadas com as preferências e particularidades de cada um. Assim, permitem que pessoas adotem melhores hábitos dentro de sua rotina, como alimentação balanceada, prática de exercícios físicos e relaxamento.

Ao combinar as opções tradicionais de tratamento com as práticas integrativas, as chances de aderir a tratamentos são maiores. Para viver melhor ao longo de muitos anos, é preciso prestar atenção constante ao corpo e à mente, fazendo disso um hábito de vida plena.

 

Referências:

Ministério da Saúde. Práticas Integrativas e Complementares (PICS): quais são e para que servem. Disponível em:

https://antigo.saude.gov.br/saude-de-a-z/praticas-integrativas-e-complementares

Organização Mundial da Saúde. Medicinas tradicionais, complementares e integrativas. Disponível em:

https://www.paho.org/pt/topicos/medicinas-tradicionais-complementares-e-integrativas

Associação de Medicina Integrativa do Brasil. Disponível em:

https://revistamedicinaintegrativa.com/amibras-associacao-de-medicina-integrativa-do-brasil/

Rees L, Weil A. Integrated medicine. BMJ. 2001;322(7279):119-120. doi:10.1136/bmj.322.7279.119. Disponível em:

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1119398/