Criança

      Conjuntivite em bebê: como cuidar dos olhinhos vermelhos e cheios de remela

      por Equipe Danone Baby 28 de Setembro de 2017 5 minutos

      Saiba a diferença entre conjuntivite viral, bacteriana, alérgica e neonatal e qual é o tratamento indicado para cada caso.

      Olhos vermelhos e cheios de remela? Seu filho leva as mãos aos olhinhos com uma frequência maior do que a de costume? Ele pode estar com conjuntivite. Assim como nos adultos, a conjuntivite em bebês é a infecção da conjuntiva, uma membrana transparente que cobre a porção branquinha do olho e da parte inferior da pálpebra dos olhos.

      Há três tipos de conjuntivite: a primeira, chamada de infecciosa, é causada por um vírus ou uma bactéria; já a segunda, denominada de alérgica, é acarretada por uma alergia na região dos olhos devido ao contato com alguma substância; a terceira, também chamada de neonatal, ocorre no primeiro mês de vida do recém-nascido devido ao contato com as secreções genitais da mãe que podem estar contaminadas durante a passagem pela vagina.

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      Sintomas e tratamento da conjuntivite

      Embora sejam de causas distintas, os sintomas da conjuntivite em crianças são, na maioria das vezes, os mesmos: irritação e vermelhidão nos olhos, lacrimejamento e secreção excessivos — a remela pode ser branca, amarelada ou espessa —, coceira, inchaço das pálpebras e da região dos olhos, hipersensibilidade à luz, choro, desconforto e irritação.

      No caso da conjuntivite infecciosa, as chances de contaminação são extremamente altas e a forma de transmissão é por meio do contato direto com secreções, objetos e superfícies contaminadas, principalmente em lugares em que haja aglomerações, como creches e escolinhas. Embora a doença, na maioria dos casos, não seja grave, é bem incômoda e requer um tratamento rápido em casos de bebês. O diagnóstico é feito por exame físico e as causas da infecção podem ser determinadas por exames de análise de secreção.

      O tratamento depende do tipo de conjuntivite e só o pediatra ou oftalmologista infantil é capaz de fazer a prescrição apropriada. Pode ser desde uma higienização com soro fisiológico até o uso de colírio antibiótico ou medicamentos anti-histamínicos. A melhora é prevista para uma semana.

      Se a conjuntivite for alérgica, o especialista irá averiguar qual é a causa da alergia, que pode ser desde a pelos de animais de estimação como a um determinado componente de xampu, por exemplo.

      É importante sempre higienizar bem as mãos quando for limpar os olhos do seu bebê e, em hipótese alguma, utilizar medicamentos que já possuía em casa.  Se o seu filho estiver com os dois olhos infectados, use uma gaze para cada lado, para evitar que a contaminação permaneça e se agrave.

      Uma medida padrão, neste caso, é manter toalhas e roupas de cama do bebê sempre separadas para evitar que a contaminação se espalhe para outros membros da família, principalmente outras crianças.

      O pediatra também pode indicar que seu filho não frequente a creche ou a escolinha durante o período em que estiver doente para evitar que a contaminação atinja outras crianças. Siga essa orientação.


      REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

      “Conjuntivites agudas” -  Liga de Oftalmologia - Universidade Federal do Ceará.
      “Artigo de revisão - Conjuntivite neonatal com ênfase na sua prevenção” - Revista Brasileira Oftalmologia.
      “Manual Prático de Atendimento em Consultório e Ambulatório de Pediatria” - Sociedade Brasileira de Pediatria.

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