CAUSAS DO FALTERING GROWTH NÃO ORGÂNICO

por Equipe Danone Nutrição 06 de Dezembro de 2018

O Faltering Growth pode estar associado a causas não orgânicas, relacionadas a fatores ambientais e comportamentais.

 

O Faltering Growth pode estar associado a causas orgânicas, como por exemplo a presença de algumas doenças como a Cardiopatia Congênita e a Fibrose Cística, e associado a situações não orgânicas, relacionadas a fatores ambientais e comportamentais.

Quando abordamos o Faltering Growth Não Orgânico, as fases de transição durante à infância merecem atenção especial. Momentos como a introdução da alimentação complementar, o início da vida escolar, a fase na qual a criança começa a se alimentar sozinho, além de questões associadas ao hábito alimentar da família, podem impactar na ingestão alimentar satisfatória afetando diretamente a evolução esperada em relação ao crescimento linear e desenvolvimento esperado nesta importante fase da vida. 

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No Faltering Growth inorgânico há a ausência de uma condição de saúde específica. As causas podem ser complexas e multifatoriais. Vários fatores podem estar associados, por exemplo: 

  • Entrada da criança na creche
  • O desmame 
  • As infeções recorrentes que começam a acontecer a partir desse período associada também a introdução de alimentos 
  • Ao local e a quantidade de refeição que muitas vezes os pais querem que o bebê aceite independente de estar doente ou não
  • O hábito dos pais que às vezes podem ser super protetores e às vezes negligentes


Então, temos várias causas e nem sempre conseguimos determinar uma só, elas podem estar associadas. 


No passado, Faltering Growth era tido como secundário à negligência infantil dos pais ou até populações com desvantagem sócio econômicas e educacionais. Hoje, sabemos que aliado ao aleitamento materno, a abordagem adequada da introdução da alimentação complementar, escolha dos alimentos, comportamento alimentar e apoio aos pais e aconselhamento são fundamentais para previnir o Faltering Growth.



Referências bibliográficas: 


Kerzner B. et al. A Practical Approach to Classifying and Managing Feeding Difficulties. 
PEDIATRICS Volume 135, number 2, February 2015.Gretchen J. H. Failure to Thrive: A Practical Guide. Volume 94, Number August 15, 2016.Goh L.H. et al. Failure to thrive in babies and toddlers. Singapore Med J 2016; 57(6): 287-291

 

CONSULTE SEMPRE O MÉDICO E/OU NUTRICIONISTA
O leite materno é o melhor alimento para os lactentes e até o 6° mês deve ser oferecido como fonte exclusiva de alimentação, podendo ser mantido até os dois anos de idade ou mais. As gestantes e as mulheres que amamentam precisam ingerir uma dieta saudável e equilibrada. O uso de mamadeiras, bicos e chupetas pode dificultar o aleitamento materno, principalmente quando se deseja manter ou retornar à amamentação. O médico pediatra e/ou nutricionista deve ser sempre consultado.

 

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