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Juntos Sendo Pais

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MAMÃES E PAPAIS: Vocês conhecem o conceito dos Primeiros 1000 Dias?

Esse período tem início no primeiro dia da gestação até os 2 anos de idade do bebê.

É considerado um INTERVALO DE OURO, que pode mudar o futuro da criança, porque é fundamental para o crescimento e desenvolvimento do bebê, com impactos por toda a sua vida.

E é fase de muita responsabilidade para os pais!

Aprender a ser mãe e pai é uma missão e um aprendizado diário. Uma aventura maravilhosa mas, com tantas primeiras vezes, pode causar algumas dúvidas.

ESTAMOS AQUI PARA VOCÊS!
Para apoiar essa fase de descobertas, estamos lançando o programa JUNTOS SENDO PAIS para resolver dúvidas frequentes e apoiar vocês nesses momentos tão importantes.

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FAQs Dos Novos Papais e Mamães

Poucos dias antes de parir, o barrigão ganha outro formato, ficando mais ‘baixo’. É sinal de que o bebê se moveu, provavelmente em direção à pelve. Nessa posição, ele fica com a cabeça para baixo, diminuindo a pressão do útero sobre o diafragma - um alívio para a mãe, que pode respirar melhor. A frequência com que as mulheres vão ao banheiro para fazer xixi também aumenta porque o espaço para a bexiga armazenar urina está menor.

O corpo feminino começa a liberar o muco espesso e gelatinoso que é responsável por tampar o colo do útero e proteger o bebê contra a ação de microrganismos nocivos. Isso acontece devido à dilatação do colo do útero. A expulsão pode ser gradual ou de uma única vez. Não se assuste se aparecer um pouquinho de sangue. Esse processo pode acontecer vários dias antes do começo do trabalho de parto.

A região vai se abrindo aos pouquinhos para facilitar a passagem do bebê. A dilatação considerada apropriada para o trabalho de parto tem a ver com a espessura do colo do útero, que deve ser maior do que 3 a 4 centímetros. Quando chega o momento do trabalho de parto, é comum que o colo do útero se dilate um centímetro por hora.

A contração por si só é definida como o endurecimento da barriga da mãe devido à retração do útero. Os médicos consideram normal a ocorrência de uma ou duas contrações diárias durante a gestação. No momento em que o bebê está prestes a nascer, elas são mais fortes e acontecem com uma frequência bem maior, aumentando de modo progressivo até que a mulher dê à luz.

Apesar de mágico e inesquecível, o trabalho de parto é um processo doloroso e cansativo, que começa com cólicas.e evolui para as contrações.

A ruptura da bolsa amniótica, que envolve o bebê durante os nove meses de gestação, é um dos mais importantes sinais de que a mamãe está entrando em trabalho de parto. Consequentemente, há uma perda de líquido amniótico pela vagina. Esse líquido deve ser claro, com aroma parecido ao da água sanitária. Se for esverdeado ou vier acompanhado de manchas de sangue, pode ser um sinal de algo que não vai bem - informe seu obstetra o mais rápido possível.

O bebê tende a se mexer menos perto da data de nascimento. É como se entendesse que não há mais tanto espaço para ‘brincar’ dentro do útero da mãe. Porém, se ele ficar mais de um dia sem se movimentar, procure seu médico.

A Unicef recomenda manter o bebê junto do corpo da mãe ou do pai pelo maior tempo possível, no chamado método canguru, que estimula o contato pele a pele entre os pais e o bebê. O contato corporal deixa o recém-nascido mais calmo - ele se sente quentinho e seguro, como na barriga da mãe. E isso vale não só para as primeiras horas após o seu nascimento. Estudos científicos comprovam que o colo dos pais pode fortalecer o sistema imunológico do bebê.

Todos os bebês devem ser amamentados exclusivamente até os seis meses de idade, e de forma complementar até os dois anos de vida ou mais. No caso dos prematuros, a orientação é para que eles mamem mais vezes, durante o dia e também à noite, para que ganhem peso mais rápido. O leite materno protege contra doenças, principalmente as respiratórias, que acometem essas crianças com mais facilidade devido à imaturidade dos pulmões. Caso tenham dificuldade para sugar o seio das mães, recomenda-se que o leite materno seja retirado e oferecido com colher ou copinho, recomenda o documento do Unicef.

As visitas são importantes fontes de estímulo e socialização do bebê. Contar com o apoio da família e dos amigos é sempre positivo, educativo e encorajador. Logo após a saída da maternidade, é comum que os familiares e amigos mais próximos queiram visitar o bebê. Mas é importante tomar algumas precauções. A cartilha da USP recomenda: evitar contato com pessoas com gripe ou resfriado; exigir que os presentes sempre lavem as mãos para pegar o bebê no colo; limitar tempo e o número de pessoas que o visitam simultaneamente; proibir que se fume dentro de casa e manter janelas arejadas. Ainda, se a mãe estiver cansada, não deve se constranger em pedir às visitas que voltem outro dia.

A necessidade de tomar banho todos os dias vai depender da maturidade do organismo do bebê. Caso pese até 1,5 kg; ele deve tomar banho em dias alternados. À medida que for ganhando peso e crescendo, poderá tomar banho diariamente. Como o bebê prematuro costuma ter uma pele mais fina e sensível, tendo portanto mais chances de adquirir assaduras, as fraldas devem ser trocadas com mais regularidade, orienta a cartilha da USP. Banhos de sol no bumbum ajudam a fortalecer a pele do bebê e, consequentemente, colaboram para o processo de cicatrização das assaduras. Lembrando que o horário indicado é até as 10 horas da manhã e a partir das 16 horas da tarde.

No início, os bebês prematuros têm maior dificuldade para manter a temperatura corporal. Por isso, a melhor forma de descobrir se ele está com frio é tocando a sua pele e observando se ela está fria, quente, com manchas ou extremidades (lábios e dedos das mãos e dos pés) roxas. Um termômetro também pode ser usado, em caso de dúvida. Se a temperatura for inferior a 36ºC, ele deve ser aquecido, junto ao corpo do pai ou da mãe, ou por meio de roupas de frio e cobertor, se necessário.

Não. O que determina a quantidade de leite é o hormônio responsável pela sua produção, a prolactina. Além disso, quanto mais o bebê mama, mais leite é produzido. O que dá o tamanho e o formato dos seios é o tecido gorduroso. Ou seja, uma coisa não influencia a outra.

Na “amamentação em livre demanda”, a criança é amamentada na hora que quiser e quantas vezes quiser. Nos primeiros meses, é normal que o bebê mame com bastante frequência e sem horários regulares. Estima-se que uma criança em aleitamento materno exclusivo mame de oito a 12 vezes ao dia.

Com o tempo, você aprenderá a identificar os sinais que indicam que o bebê está satisfeito. Com o acompanhamento do pediatra, pode-se observar a quantidade de urina e fezes produzidas pelo bebê e o seu desenvolvimento, especialmente de peso.

Sim! O leite do início da mamada é mais “ralo”, pois contém mais água, menos gordura e grande quantidade de fatores de defesa, os anticorpos. Contém também mais vitaminas e sais minerais. O leite do fim da mamada é mais grosso, visto que tem mais gordura e engorda o bebê. Mas lembre-se: tanto o leite do começo quanto o do fim da mamada são importante para o bebê.

Segundo o Ministério da Saúde, a mastite não é contra-indicação para amamentar. Geralmente ela acomete só um peito e por volta de duas semanas do parto. Assim, é possível amamentar com o outro seio enquanto a mama com mastite é tratada. No entanto, é preciso tomar cuidado. Quando não tratada adequadamente, a mastite pode evoluir para um quadro com pus e de tratamento mais complexo. Aos primeiros sinais, deve-se procurar um médico.

Não. Todas as mães são capazes de produzir um bom leite. Além disso, o leite materno tem todas as substâncias na quantidade certa de que o bebê precisa para crescer e se desenvolver sadio. Como o leite materno é digerido com facilidade e rapidez, o bebê pode querer mamar com frequência, mas isso não é porque o leite é fraco.

O leite materno é um alimento completo para o bebê nos seus primeiros seis meses de vida. Nesse período, não é necessário oferecer mais nada, nem água. Segundo a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH-BR), da Fundação Oswaldo Cruz, o leite humano é um alimento que contém equilíbrio de gorduras, carboidratos e proteínas na medida exata para prover o crescimento e a imunidade dos bebês, além de combater as infecções infantis, desenvolver o cérebro e aumentar a resistência a doenças crônicas, como asma, alergias e diabetes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a amamentação exclusiva durante os primeiros seis meses de vida. Dos seis meses até pelo menos os dois anos, a amamentação deve ser complementar, isto é, a criança consome outros alimentos mas segue tomando o leite da mãe. O desmame completo varia conforme cada mãe e cada bebê, e o pediatra deve orientar esse processo.

A chamada “amamentação cruzada” é contra-indicada pelo Ministério da Saúde – falamos sobre isso neste texto [linkar texto sobre amamentação cruzada]. Mães que possam e queiram doar leite devem fazê-lo diretamente aos Bancos de Leite Humano. Esse locais fazem inúmeras análises para garantir que o leite não esteja contaminado e que não ofereça riscos para o bebê que vai recebê-lo. Encontre aqui o banco de leite mais próximo da sua casa.

O Ministério da Saúde recomenda que as mães portadoras dos vírus HTLV-2 e HIV não amamentem.
Contudo, é sempre importante consultar um profissional de saúde para uma melhor avaliação.